quarta-feira, 29 de junho de 2016

Que consultor(a)?

Tal como já contei, encontrar um gabinete de arquitectura para desenhar o nosso projecto foi uma tarefa relativamente fácil e continuo convicta que fizemos a escolha acertada.
Dado este passo foi necessário definir quem nos ia apoiar na candidatura ao Portugal 2020 para financiamento do projecto. Precisávamos de alguém ágil e que se movesse bem no mundo dos apoios comunitários, para nos ajudar com o plano financeiro e com a candidatura.
Desde muito cedo pensei que íamos trabalhar com uma determinada identidade que se veio a revelar uma desilusão. Quando tomei consciência que o caminho não era por ali comecei a procurar outra consultora. As opções finais acabaram por vir recomendadas por dois amigos. De um lado tinha uma empresa que já tinha dado provas do seu valor. Do outro, uma pessoa jovem, dinâmica que me falou de uma carteira de projectos com 100% de sucessos. A empresa pareceu-me que fazia o projecto sem contar muito comigo. A pessoa em total colaboração comigo. Os valores propostos de honorários em ambos eram consideráveis mas em moldes completamente diferentes.
Não foi uma decisão fácil porque não tinha dados que considerasse suficientes para escolher e acabei por decidir com a intuição mais do que pelos factos que tinha na mão.
Escolhi a pessoa que, percebi depois, se dedica a cada projecto como se fosse dela ainda que seja mais como uma coach. Faz questões e ajuda a conceber o projecto tendo por base todo o meu trabalho, todas as linhas mestras que eu defini.

Sinto que também neste ponto é uma aposta ganha. 

Só faz sentido trabalhar com pessoas que se dediquem, que me desafiem, pessoas com as quais me sinto bem. Mais uma mulher neste percurso. Agradeço-lhe toda a dedicação, todas as horas deixadas de dormir, a boa disposição permanente, o entusiasmo e a capacidade infinita de trabalhar com foco na solução e nunca no problema.

Escolhida a consultora percebi que tinha que avançar mais profundamente com o projecto de arquitectura e daí à escolha do construtor foi um passo. Mas isso é outra história...


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Empreender é uma viagem de aprendizagem

Quando iniciei esta viagem não era a pessoa que sou hoje. 
Ser empreendedora obrigou-me a estudar, evoluir e tornar-me mais forte. Manter a motivação lá em cima é tarefa difícil e para isso resolvi apoiar-me em alguém que me acompanhou até agora numa viagem de auto-conhecimento, potenciar as minhas capacidades, gestão de prioridades e tanto mais. Ajudou-me a ganhar asas e a tornar o Sopé possível. Foi uma viagem de 9 meses que me transportou ao dia de hoje em que sinto que sou mais eu. Aconteça o que acontecer a aprendizagem fica e vai ser muito importante para o que ainda aí vem. Segundo os crentes, hoje inicia-se um novo ciclo para mim (faço 37 anos). Eu acredito que ele já se iniciou há alguns meses atrás. Está a ser desafiante e ao mesmo tempo sei que tudo está no caminho que tem que estar. Não voltaria a trás nem um minuto.

Por isso, este post hoje serve para enaltecer mais uma mulher forte que está na minha vida. A Sandra Ribeiro da Walking Ming. Se tens um sonho e o queres tornar realidade ela é a pessoa.

Não foi a minha primeira viagem no coaching e a primeira também foi linda, potenciou-me enquanto pessoa. Foi uma viagem mais introspectiva e de alavancagem da vida pessoal. Com outra coach, também uma mulher linda que me ajudou a chegar ao meu grande sonho da altura - SER MÃE. Como é que é possível? Com uma mente positiva a imaginação é o limite!

Também sou coach mas senti que tinha que ir além do auto-coaching. Precisava de alguém que agitasse a minha mente além da minha zona de conforto. Foi o que fiz e sei que fiz a escolha acertada. 

E tu, quais são os teus sonhos? O que estás a fazer para lá chegar?